No one but me, can save myself...
Acordei, a menos de 20 minutos, a fim de escrever qualquer coisa, sobre qualquer coisa. Meio complicado, eu sei. Mas mesmo assim, lá vamos nós, né.
Esses dias vão ser meio complicados. Não pela incrível falta de coisas a se fazer, nem pelo terrível calor que assola minha casa, mas sim pela falta que certas pessoas vão fazer no meu dia-a-dia. Queria elas, ou ela, perto de mim pra sempre. Mas não do jeito que é, não do jeito que vai ser daqui pra frente. É, a vida é assim, complicada. Ou será que somos nós quem complicamos?
Porque será que temos o terrível problema de gostar de quem não podemos ter, ou até mesmo de nos apaixonarmos por quem não sente o mesmo por nós? Será que queremos saber até onde nossa estupidez vai, ou até mesmo tentamos forçar a pessoa a sentir alguma coisa por nós? São perguntas que não têm resposta. Na real, até tem resposta, dentro de cada um. O impossível, o que é mais difícil de ter, sempre tem mais valor, sempre é mais bonito. Mas têm certas horas, que simplificar é o melhor a se fazer. Abrir os olhos pra realidade, perceber o que tá do teu lado, não faz mal pra ninguém. E desistir quando não tá dando certo, mais ainda. É até mais saudável. Sofrer por quem não te quer é ser idiota. É gostar de sofrer, por uma causa que já começa perdida.
E estou me sentindo culpado, por um motivo estranhamente estranho.Só queria entender porque esse mundo é tão injusto, porque as pessoas que lutam por uma coisa, durante tanto tempo, e com tanta vontade, não conseguem, e aqueles que não se esforçam, são os primeiros a conseguir. Decididamente, isso não é justo, não é legal. É só me deixa com mais vontade de falar alguma coisa boa pra quem não quer ouvir mais nada. Só não sei por onde começar.
E pediram pra eu escrever uma crônica. Vou tentar.
Certo dia, um jovem passeava por uma cidade grande, conhecendo lugares que nunca havia visto, vendo pessoas novas a cada instante. Tudo é bom, tudo é bonito. Afinal de contas, é assim que as novidades são. Mas, depois de um tempo, tudo começa a ficar igual. Todos os prédios são cinzas, todas as pessoas têm o mesmo rosto, nada se destaca no meio da multidão. E, estranhamente, a razão que o jovem procurava pra achar cores pra vida está sentada do lado dele, há tempos.
Já que seu intinerário nunca chegava ao fim, e ambos iam ao mesmo lugar, por algum motivo que ainda não pode ser explicado, eles começam a conversar. Ela falando de sua vida, de como havia sofrido pra chegar até ali, mas que nunca tinha desistido, porque ela sabia que no fim do túnel, por maior que ele seja, sempre tem uma luz. Ele falando de seus problemas, na maioria superficiais, que só importavam naquele momento, e na real, nem importavam. Ela continuava falando de sua vida, agora falando das coisas boas que nunca ter desistido tinham trazido. E não eram poucas coisas. Enquanto ele, ficava quieto. Ele sentia vergonha de ter reclamado de coisas tão fúteis, de ter sofrido por problemas são desprezíveis. Ela nunca perdia o sorriso no rosto, e o rapaz já começava a achar que ela não sabia ficar sem mostrar o lindo sorriso. Ele permanecia quieto, só ouvindo, ele não tinha coragem de interromper, pra falar de mais um problema que é facilmente resolvido com uma simples conversa, mas ele tinha medo da conversa. Ele tinha medo de ouvir o que os outros tinham a dizer sobre ele. Ela não. Ficava feliz com os comentários alheios. Não se importava com o que pensavam sobre ela. O que realmente importa é o que ela achava, dela mesma. E nada mais.
Com o tempo, o trajeto chegava ao fim. E aquele jovem nunca mais seria o mesmo. Os conselhos, as sábias palavras daquela mulher mudaram sua vida. Ele percebeu que não valia a pena viver a vida pensando nas coisas ruins, achando que elas importam mais do que as coisas boas. Ela mostrou que existe vida além das complicações, só é necessário ser forte o suficiente pra aguentar o período ruim, porque depois da tormenta, sempre vem a calmaria. Sempre tem uma luz no fim do túnel, não importa o tamanho do túnel.
É, acho que por hoje chega.
Esses dias vão ser meio complicados. Não pela incrível falta de coisas a se fazer, nem pelo terrível calor que assola minha casa, mas sim pela falta que certas pessoas vão fazer no meu dia-a-dia. Queria elas, ou ela, perto de mim pra sempre. Mas não do jeito que é, não do jeito que vai ser daqui pra frente. É, a vida é assim, complicada. Ou será que somos nós quem complicamos?
Porque será que temos o terrível problema de gostar de quem não podemos ter, ou até mesmo de nos apaixonarmos por quem não sente o mesmo por nós? Será que queremos saber até onde nossa estupidez vai, ou até mesmo tentamos forçar a pessoa a sentir alguma coisa por nós? São perguntas que não têm resposta. Na real, até tem resposta, dentro de cada um. O impossível, o que é mais difícil de ter, sempre tem mais valor, sempre é mais bonito. Mas têm certas horas, que simplificar é o melhor a se fazer. Abrir os olhos pra realidade, perceber o que tá do teu lado, não faz mal pra ninguém. E desistir quando não tá dando certo, mais ainda. É até mais saudável. Sofrer por quem não te quer é ser idiota. É gostar de sofrer, por uma causa que já começa perdida.
E estou me sentindo culpado, por um motivo estranhamente estranho.Só queria entender porque esse mundo é tão injusto, porque as pessoas que lutam por uma coisa, durante tanto tempo, e com tanta vontade, não conseguem, e aqueles que não se esforçam, são os primeiros a conseguir. Decididamente, isso não é justo, não é legal. É só me deixa com mais vontade de falar alguma coisa boa pra quem não quer ouvir mais nada. Só não sei por onde começar.
E pediram pra eu escrever uma crônica. Vou tentar.
Certo dia, um jovem passeava por uma cidade grande, conhecendo lugares que nunca havia visto, vendo pessoas novas a cada instante. Tudo é bom, tudo é bonito. Afinal de contas, é assim que as novidades são. Mas, depois de um tempo, tudo começa a ficar igual. Todos os prédios são cinzas, todas as pessoas têm o mesmo rosto, nada se destaca no meio da multidão. E, estranhamente, a razão que o jovem procurava pra achar cores pra vida está sentada do lado dele, há tempos.
Já que seu intinerário nunca chegava ao fim, e ambos iam ao mesmo lugar, por algum motivo que ainda não pode ser explicado, eles começam a conversar. Ela falando de sua vida, de como havia sofrido pra chegar até ali, mas que nunca tinha desistido, porque ela sabia que no fim do túnel, por maior que ele seja, sempre tem uma luz. Ele falando de seus problemas, na maioria superficiais, que só importavam naquele momento, e na real, nem importavam. Ela continuava falando de sua vida, agora falando das coisas boas que nunca ter desistido tinham trazido. E não eram poucas coisas. Enquanto ele, ficava quieto. Ele sentia vergonha de ter reclamado de coisas tão fúteis, de ter sofrido por problemas são desprezíveis. Ela nunca perdia o sorriso no rosto, e o rapaz já começava a achar que ela não sabia ficar sem mostrar o lindo sorriso. Ele permanecia quieto, só ouvindo, ele não tinha coragem de interromper, pra falar de mais um problema que é facilmente resolvido com uma simples conversa, mas ele tinha medo da conversa. Ele tinha medo de ouvir o que os outros tinham a dizer sobre ele. Ela não. Ficava feliz com os comentários alheios. Não se importava com o que pensavam sobre ela. O que realmente importa é o que ela achava, dela mesma. E nada mais.
Com o tempo, o trajeto chegava ao fim. E aquele jovem nunca mais seria o mesmo. Os conselhos, as sábias palavras daquela mulher mudaram sua vida. Ele percebeu que não valia a pena viver a vida pensando nas coisas ruins, achando que elas importam mais do que as coisas boas. Ela mostrou que existe vida além das complicações, só é necessário ser forte o suficiente pra aguentar o período ruim, porque depois da tormenta, sempre vem a calmaria. Sempre tem uma luz no fim do túnel, não importa o tamanho do túnel.
É, acho que por hoje chega.
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