Low Battery
Sabe, a bateria do celular tá acabando. Jeito estranho de começar um texto, eu sei. Mas tava, e ainda tô, afim de escrever alguma coisa, e lembrei de uma dica que me deram mais cedo.
Só que escrever usando uma metáfora tão estranha é complicado demais. Vou escrever do que me der na telha.
Estranhamente, The Who e Metallica formam uma boa combinação. Me fazem pensar. Duas músicas passam pela minha cabeça nesse instante: Won't Get Fooled Again e That Was Just Your Life. A primeira, pelo nome, que chega a ser auto explicativo e a segunda, pela letra. Frases fortes, que te fazem pensar na vida, que te fazem perceber que tu precisa ir até o inferno para saber o quão quente ele é.
Sabe, antes eu era um rosto, que foi ensinado a falar quando só sabia morder. Não tinha olhos pro mundo, não ouvia o que o mundo queria me dizer. De uma hora pra outra, o mundo bateu na minha porta e me tirou de casa, não me restando opção, a não ser fazer parte desse mundo, querendo ou não. A vida se tornou um pesadelo sem fim, do qual eu queria acordar todos os dias, só não sabia como. Tentava fechar meus olhos, cerrar eles, bem forte. Me beliscava. Mas nunca acordava.
A vida me mostrou que ela poderia ser como um machucado, que parecia ser inofensivo, mas que sempre sangrava quando tentava correr pra longe dela. E quando eu queria abrir os olhos, eu não conseguia. De tanto tentar, só consegui na hora de dizer adeus.
E mesmo quando eu tomava um veneno, quem morria era o mundo, me deixando sozinho com a vida, que aparentemente só existia pra me fazer sofrer, pra me fazer querer morrer.
Mas quando percebi que a vida era uma prisão, quando consegui me libertar, mesmo sabendo que nunca estive lá dentro, foi uma luta contra o passado que eu sempre rezei pra ter.
É a vida, uma luta sem fim, um dia interminável. Eu demorei pra perceber que não fazia parte daquilo, que não havia lugar para mim lá. Descobri que nunca se deve parar o sangramento, tem que deixar ele acontecer, não importando quanto sangue você venha a perder.
Foi uma luta, foi quase uma vida. Ou será que foi apenas uma vida?
Só que escrever usando uma metáfora tão estranha é complicado demais. Vou escrever do que me der na telha.
Estranhamente, The Who e Metallica formam uma boa combinação. Me fazem pensar. Duas músicas passam pela minha cabeça nesse instante: Won't Get Fooled Again e That Was Just Your Life. A primeira, pelo nome, que chega a ser auto explicativo e a segunda, pela letra. Frases fortes, que te fazem pensar na vida, que te fazem perceber que tu precisa ir até o inferno para saber o quão quente ele é.
Sabe, antes eu era um rosto, que foi ensinado a falar quando só sabia morder. Não tinha olhos pro mundo, não ouvia o que o mundo queria me dizer. De uma hora pra outra, o mundo bateu na minha porta e me tirou de casa, não me restando opção, a não ser fazer parte desse mundo, querendo ou não. A vida se tornou um pesadelo sem fim, do qual eu queria acordar todos os dias, só não sabia como. Tentava fechar meus olhos, cerrar eles, bem forte. Me beliscava. Mas nunca acordava.
A vida me mostrou que ela poderia ser como um machucado, que parecia ser inofensivo, mas que sempre sangrava quando tentava correr pra longe dela. E quando eu queria abrir os olhos, eu não conseguia. De tanto tentar, só consegui na hora de dizer adeus.
E mesmo quando eu tomava um veneno, quem morria era o mundo, me deixando sozinho com a vida, que aparentemente só existia pra me fazer sofrer, pra me fazer querer morrer.
Mas quando percebi que a vida era uma prisão, quando consegui me libertar, mesmo sabendo que nunca estive lá dentro, foi uma luta contra o passado que eu sempre rezei pra ter.
É a vida, uma luta sem fim, um dia interminável. Eu demorei pra perceber que não fazia parte daquilo, que não havia lugar para mim lá. Descobri que nunca se deve parar o sangramento, tem que deixar ele acontecer, não importando quanto sangue você venha a perder.
Foi uma luta, foi quase uma vida. Ou será que foi apenas uma vida?
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