I've seen your face before.
E cá estou, aqui de novo. Sem exatamente ter um motivo pra escrever, nada além dos motivos de sempre. A vida não muda, no fundo é tudo sempre a mesma coisa, então apenas fatos extraordinários alterariam alguma coisa. E como esses não andam acontecendo...
Ainda encontro problemas em escrever quando não to me sentindo mal. Não quero apelar pra Layla agora, não acho que seja necessário. Tá, que seja.
Sabe o Dia da Marmota? Não o filme, que é bem bom, mas a ideia da coisa? Aquele dia que se repete pra sempre até que tu consiga mudar alguma coisa que deva ser mudada pra poder avançar e seguir vivendo a vida? Pois é, minha vida vem sendo uma Vida de Marmota. Entrei na rotina, nada de diferente acontece. Acordo, vou pra aula, vou pro trabalho, volto pra casa. Durmo, acordo, vou pra aula, vou pro trabalho e volto pra casa. De vez em quando saio pra alguma festa, que é exatamente como a festa da semana anterior foi e vai ser absolutamente igual à festa da semana seguinte. É como se fosse um eterno dia que dura uma semana e se repete, e pra um hiperativo (ou até mesmo pra uma pessoa normal) isso é uma merda. Preciso de mudanças, preciso de novidades pra me manter entretido seja lá com o que for. Procuro pensar que isso talvez tenha sido o motivo pelo qual eu tenha terminado o namoro e não consiga manter nenhum relacionamento por mais tempo (embora eu tenha plena certeza de que não seja essa a razão). Nem é pela questão de não conseguir ser fiel, não conseguir ser adepto da monogamia. Não é esse o meu problema, já que uma vez que tu é traído e sente a dor que isso causa, tu promete a si mesmo nunca trair ninguém.
Tô com a não tão agradável sensação de que já falei disso demais, sabe, tanto que chegou num ponto no qual tudo fluí mais fácil do que eu consigo controlar, mais rápido do que consigo me controlar a não falar sobre isso. Apesar de certas novidades acontecerem, novas ideias surgirem, tudo acaba voltando pro começo, como se todas as estradas levassem ao mesmo lugar. Eventualmente paro pra pensar em tudo já passei desde então, tudo que aconteceu, e no fundo até tenho a sensação de estar aprendendo, mas a parte mais difícil é comprovar isso, perceber que tu tá de fato aprendendo. Vendo toda essa situação de fora é totalmente compreensível que tu dê umas risadas, mas vejo aquelas coisas que tu acha que ninguém vê, aquelas coisas que tu acha que ninguém percebe, e concluo que tu é tão vazia quanto eu sou. Tão oca de sentimentos, de vida, que talvez seja a única pessoa que veja e entenda o que eu não estou, e deveria estar, sentindo.
Já vi seu rosto antes, e nele as mesmas emoções de agora transpareciam. É o mesmo rosto que tu vê em todos lugares, ou talvez eu esteja te vendo em todos os lugares, aquele mesmo rosto buscando esconder mais do que revelar, aquele rosto que tenta ser normal no meio da multidão. Do nada, ando pela rua e tu se revela e desaparece, sem deixar o menor rastro de que já esteve por ali, e faz tudo isso pra me lembrar que eu não devo esquecer, que eu não devo esquecer de ti. Fico me perguntando se um dia isso tudo vai mudar ou se tudo vai ficar igual. É uma dúvida que eu gostaria de sanar por agora, não quero prolongar ela até o final dos meus dias. Pois é, eu disse que tudo se repete e certamente não vai demorar que eu pare e escreva sobre tudo isso de novo.
Vi o teu rosto na rua esses dias, de novo. Será que algum dia eu vou conseguir parar de ver ele em todos os lugares, seja quanto tempo passe, não importando quantos outros rostos eu veja nesse meio tempo? Fiquei por muito tempo nesse mesmo lugar, e é complicado sair dele, e olha que todo esse tempo já passou.
Well, do you see, can't you see, can't you see what I'm feeling?
Ainda encontro problemas em escrever quando não to me sentindo mal. Não quero apelar pra Layla agora, não acho que seja necessário. Tá, que seja.
Sabe o Dia da Marmota? Não o filme, que é bem bom, mas a ideia da coisa? Aquele dia que se repete pra sempre até que tu consiga mudar alguma coisa que deva ser mudada pra poder avançar e seguir vivendo a vida? Pois é, minha vida vem sendo uma Vida de Marmota. Entrei na rotina, nada de diferente acontece. Acordo, vou pra aula, vou pro trabalho, volto pra casa. Durmo, acordo, vou pra aula, vou pro trabalho e volto pra casa. De vez em quando saio pra alguma festa, que é exatamente como a festa da semana anterior foi e vai ser absolutamente igual à festa da semana seguinte. É como se fosse um eterno dia que dura uma semana e se repete, e pra um hiperativo (ou até mesmo pra uma pessoa normal) isso é uma merda. Preciso de mudanças, preciso de novidades pra me manter entretido seja lá com o que for. Procuro pensar que isso talvez tenha sido o motivo pelo qual eu tenha terminado o namoro e não consiga manter nenhum relacionamento por mais tempo (embora eu tenha plena certeza de que não seja essa a razão). Nem é pela questão de não conseguir ser fiel, não conseguir ser adepto da monogamia. Não é esse o meu problema, já que uma vez que tu é traído e sente a dor que isso causa, tu promete a si mesmo nunca trair ninguém.
Tô com a não tão agradável sensação de que já falei disso demais, sabe, tanto que chegou num ponto no qual tudo fluí mais fácil do que eu consigo controlar, mais rápido do que consigo me controlar a não falar sobre isso. Apesar de certas novidades acontecerem, novas ideias surgirem, tudo acaba voltando pro começo, como se todas as estradas levassem ao mesmo lugar. Eventualmente paro pra pensar em tudo já passei desde então, tudo que aconteceu, e no fundo até tenho a sensação de estar aprendendo, mas a parte mais difícil é comprovar isso, perceber que tu tá de fato aprendendo. Vendo toda essa situação de fora é totalmente compreensível que tu dê umas risadas, mas vejo aquelas coisas que tu acha que ninguém vê, aquelas coisas que tu acha que ninguém percebe, e concluo que tu é tão vazia quanto eu sou. Tão oca de sentimentos, de vida, que talvez seja a única pessoa que veja e entenda o que eu não estou, e deveria estar, sentindo.
Já vi seu rosto antes, e nele as mesmas emoções de agora transpareciam. É o mesmo rosto que tu vê em todos lugares, ou talvez eu esteja te vendo em todos os lugares, aquele mesmo rosto buscando esconder mais do que revelar, aquele rosto que tenta ser normal no meio da multidão. Do nada, ando pela rua e tu se revela e desaparece, sem deixar o menor rastro de que já esteve por ali, e faz tudo isso pra me lembrar que eu não devo esquecer, que eu não devo esquecer de ti. Fico me perguntando se um dia isso tudo vai mudar ou se tudo vai ficar igual. É uma dúvida que eu gostaria de sanar por agora, não quero prolongar ela até o final dos meus dias. Pois é, eu disse que tudo se repete e certamente não vai demorar que eu pare e escreva sobre tudo isso de novo.
Vi o teu rosto na rua esses dias, de novo. Será que algum dia eu vou conseguir parar de ver ele em todos os lugares, seja quanto tempo passe, não importando quantos outros rostos eu veja nesse meio tempo? Fiquei por muito tempo nesse mesmo lugar, e é complicado sair dele, e olha que todo esse tempo já passou.
Well, do you see, can't you see, can't you see what I'm feeling?
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