Drivin' Me Wild
É, é essa coisa que vem me enlouquecendo. Sabe quando tu sente uma coisa que te consome, e vem lá do fundo, e que não deixa tu fazer mais nada?
Ééé amigo, tá acontecendo comigo. Nada na vida parece fazer algum sentido quando eu não to perto dela. Isso quando eu consigo fazer alguma coisa. Sim, estou profundamente apaixonado.
Tentei negar isso como pude. Tentei, a todo custo, enganar meus amigos, me enganar, principalmente. Mas, não deu mais. Eu não consigo negar que gosto dela. Não consigo mais evitar que gosto dela. E, pra variar, isso não tá me fazendo bem.
Saber que ela nunca vai ser minha, que eu vou ser apenas um amigo, no máximo e com sorte, um bom amigo, tira todas minhas forças. Tira minha vontade de acordar todos os dias, pra encarar o mesmo dia, todos os dias, só pra chegar lá e não ter coragem de falar o que sinto. Justo eu, que falo tudo o que quero, ou pelo menos quase tudo, sem pensar duas vezes, sofrendo por causa de quatro palavrinhas: Fulaninha, quero ficar contigo. Simplesmente, só de imaginar isso, eu já fico mal. Não é bem mal a 'palavra'. O certo seria dizer que eu fico com medo. Com medo de ouvir um não. Por isso, não consigo chegar.
E muito certamente, vai terminar novembro, vai terminar dezembro e eu não vou ter feito nada. Sabe, NADINHA. Porque eu não vou criar forças pra chegar nela. E, mesmo se chegar, vou ouvir um não. E ouvir nãos geralmente não é uma coisa muito legal. Principalmente quando vem de alguém por quem tu nutre alguma coisa.
Antes que pensem em alguém cujo passado eu deveria esquecer, não é essa pessoa. Nem chega perto.
Ééé amigo, tá acontecendo comigo. Nada na vida parece fazer algum sentido quando eu não to perto dela. Isso quando eu consigo fazer alguma coisa. Sim, estou profundamente apaixonado.
Tentei negar isso como pude. Tentei, a todo custo, enganar meus amigos, me enganar, principalmente. Mas, não deu mais. Eu não consigo negar que gosto dela. Não consigo mais evitar que gosto dela. E, pra variar, isso não tá me fazendo bem.
Saber que ela nunca vai ser minha, que eu vou ser apenas um amigo, no máximo e com sorte, um bom amigo, tira todas minhas forças. Tira minha vontade de acordar todos os dias, pra encarar o mesmo dia, todos os dias, só pra chegar lá e não ter coragem de falar o que sinto. Justo eu, que falo tudo o que quero, ou pelo menos quase tudo, sem pensar duas vezes, sofrendo por causa de quatro palavrinhas: Fulaninha, quero ficar contigo. Simplesmente, só de imaginar isso, eu já fico mal. Não é bem mal a 'palavra'. O certo seria dizer que eu fico com medo. Com medo de ouvir um não. Por isso, não consigo chegar.
E muito certamente, vai terminar novembro, vai terminar dezembro e eu não vou ter feito nada. Sabe, NADINHA. Porque eu não vou criar forças pra chegar nela. E, mesmo se chegar, vou ouvir um não. E ouvir nãos geralmente não é uma coisa muito legal. Principalmente quando vem de alguém por quem tu nutre alguma coisa.
Antes que pensem em alguém cujo passado eu deveria esquecer, não é essa pessoa. Nem chega perto.
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